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II Série Volume 34 Número 4
Abril 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Diferenças farmacodinâmicas e farmacocinéticas entre os SSRI: implicações na prática clínica.

20- Ectopia pancreática.

 
   

Glomerulonefrite C3 Associada a Gamopatia Monoclonal de Significado Renal



Introdução: A gamopatia monoclonal de significado renal (MGRS) é descrita como uma doença hematológica caracterizada pela existência de proteínas monoclonais nefrotóxicas produzidas por um clone não maligno de células B ou plasmócitos. A MGRS pode causar lesões renais graves, levando a elevada morbilidade. Na glomerulonefrite C3, a proteína monoclonal pode causar indiretamente lesão renal. A proteína atua como auto-anticorpo, não sendo detetada na biópsia renal, promovendo a desregulação da via alternativa do complemento.
Material e Métodos: Esta revisão não sistemática foi baseada numa pesquisa abrangente com recurso a base de dados e revistas científicas, como a PubMed, Nature Reviews Nephrology e Kidney International, utilizando os termos ‘Glomerulonefrite C3’ e ‘Gamopatia monoclonal de significado renal’. Apresentamos uma revisão da fisiopatologia, apresentação clínica, diagnóstico, diagnóstico diferencial e tratamento de glomerulonefrite C3 associado a MGRS
Discussão: Com a crescente compreensão da complexa interação entre a gamopatia monoclonal e a lesão renal, como é exemplo a glomerulonefrite C3, torna-se claro que um reconhecimento precoce é crucial, dado que a terapia dirigida à Ig pode melhorar o resultado. Neste contexto, para maximizar a probabilidade de um diagnóstico correto, uma biópsia renal é necessária para determinar a
natureza exata da lesão e a severidade da doença renal.
Conclusão: É importante realizar um diagnóstico precoce de glomerulonefrite G3 associada a MGRS de modo a prevenir não apenas a progressão para uma neoplasia hematológica, mas também para doença renal terminal.

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