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Leia a Última Edição!

II Série Volume 34 Número 3
Março 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

19- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

20- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

 
   

Um calendário possível de pandemia

por Bernado Mateiro Gomes

2020 foi um ano difícil. Por isso, não se deve perder a oportunidade de tentar sistematizar o que se passou e olhar para o mesmo sob diferentes perspetivas.
Janeiro começa com as notícias de uma nova doença na província de Hubei na China, com algumas incertezas associadas: seria uma zoonose de transmissão limitada entre humanos? Seria uma ameaça pandémica? Retrospectivamente, estarei entre os muitos cépticos iniciais em contraste com aqueles que reconheceram logo o padrão de disseminação análogo ao Sars-CoV original. Será, juntamente com fevereiro, mês do que podíamos chamar “fog of war”, perante um inimigo desconhecido.

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