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II Série Volume 33 Número 7-8
Julho-Agosto 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

19- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

20- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

 
   

Compreensão Emocional da Morte Pelas Crianças em Idade Pré-escolar: Uma Dimensão Esquecida



Introdução: É ainda parca a evidência científica quanto ao entendimento que as crianças têm sobre o conceito de morte, recentemente apontado pela International Children’s Palliative Care Network como área prioritária de investigação. Em particular, a evicção da emoção nesta área de investigação é uma lacuna importante. Este estudo visa desenvolver uma visão aprofundada da dimensão emocional da compreensão da morte pela criança, procurando, também, relacioná-la com a dimensão cognitiva.
Material e Métodos: Entrevistámos crianças (três a seis anos), com recurso a um livro ilustrando o cenário hipotético em que uma criança se deparava com a de morte de um familiar. Colocámos questões para avaliar os subconceitos cognitivos da morte e a dimensão emocional (o que sentiria a criança e o que lhe devia ser dito pelos pais).
Resultados: Dos 54 participantes, a maioria disse que a criança se sentiria triste (n = 46, 85%) e que os pais deveriam informá-la (n = 47, 87%); estas respostas não variaram significativamente com a idade. A compreensão cognitiva do conceito de morte das crianças que referiram a tristeza foi significativamente superior.
Discussão: Mesmo as crianças mais pequenas sentem a morte, não sendo possível desligar as compreensões cognitiva e emocional. Adicionalmente, as crianças devem ser informadas, com vista a uma elaboração adequada e multidimensional da morte.
Conclusão: Este estudo fornece informação valiosa aos profissionais de saúde e outros adultos interessados sobre a forma como a criança em idade pré-escolar se posiciona em relação à morte.

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