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II Série Volume 34 Número 65
Junho 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

18- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

 
   

Urticária Crónica na Prática Clínica de Vida Real em Portugal: Resultados de Dois Anos do Estudo Não Intervencional de Vida-Real AWARE



Introdução: A informação disponível sobre doentes com urticária crónica em contexto da prática clínica real é escassa. Esta análise reporta os resultados a dois anos dos doentes portugueses incluídos no estudo AWARE.
Material e Métodos: Estudo de coorte, observacional, prospectivo, de doentes adultos com diagnóstico de urticária crónica, com sintomas há pelo menos dois meses, refratários a antihístamínicos-H1 na dose aprovada, seguidos em 10 centros de urticária em Portugal, incluídos entre 31 de outubro de 2014 e 31 de julho de 2015. Ao longo dos dois anos do estudo AWARE foram avaliados parâmetros clínicos, medicação utilizada para alívio dos sintomas de urticária, o Weekly Urticaria Activity Score e o índice de qualidade de vida dermatológico.
Resultados: Foram incluídos setenta e seis doentes. Após dois anos do estudo AWARE, a percentagem de doentes sob terapia com omalizumab quase duplicou, sendo acompanhada por uma diminuição da utilização de recursos médicos e absenteísmo. A gravidade da urticária e o impacto na qualidade de vida diminuíram após um ano e continuaram a diminuir aos dois anos, embora o aumento da qualidade de vida apenas tenha atingido significado estatístico no segundo ano. A percentagem de doentes com patologia controlada aumentou de 29,3% no início do estudo para 79,0% (p < 0,001).
Discussão: No final do estudo AWARE, uma percentagem significativa de doentes apresentou a patologia controlada, permitindo uma diminuição na utilização dos recursos médicos.
Conclusão: A urticária crónica tem impacto na qualidade de vida da população, mostrando que a terapêutica ainda poderá ser otimizada.

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