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II Série Volume 34 Número 65
Junho 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

18- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

 
   

O Contributo da Genómica do SARS-CoV-2 Para a Gestão da Pandemia de COVID-19 em Portugal



A COVID-19, com mais de 150 milhões de casos confirmados e mais de três milhões de mortes à data deste editorial, está a ser fortemente caracterizada pela utilização, sem precedentes na história da ciência, dos dados genéticos do agente infecioso (SARS-CoV-2) como uma importante ferramenta de monitorização da pandemia. De facto, após a sequenciação do primeiro genoma do SARS-CoV-2 de um doente de Wuhan, a comunidade científica empenhou-se fortemente no estudo da variabilidade genética deste vírus através da criação de consórcios de sequenciação em múltiplos países, apesar da heterogeneidade notória em termos de empenho das entidades de financiamento governamentais. A título de exemplo refira-se a atribuição, logo nos primeiros meses de pandemia, de mais de 20 milhões de libras pelo Reino Unido e de 1,8 milhões de euros por Espanha para a vigilância genética por sequenciação, contrastando com a situação de Portugal, onde não existiu, até ao presente, qualquer programa de financiamento. O esforço massivo de sequenciação por parte da comunidade científica resultou já na disponibilidade de mais de um milhão de genomas (https://www.gisaid.org/), de acesso livre às várias vertentes de investigação.

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