Untitled
esquerda


Leia a Última Edição!

II Série Volume 34 Número 65
Junho 2021

E-ALERT:

menu esquerda
 
   
 
 
 
 


  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

18- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

 
   

Redução do Estigma Face à Doença Mental Após Frequência de Aulas de Psiquiatria em Estudantes de Medicina Portugueses



Introdução: O estigma face às doenças mentais é considerado como um dos principais obstáculos à prestação de cuidados médicos a doentes psiquiátricos. Esta problemática não está presente apenas na população geral, mas também entre os profissionais de saúde. Assim, os estudantes de medicina podem ser uma população alvo para a introdução de medidas de prevenção de estigma. O objetivo deste estudo é avaliar a evolução das atitudes dos estudantes de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) face aos doentes psiquiátricos, antes e depois de frequentar as cadeiras de Psicologia e Psiquiatria.
Material e Métodos: Foram distribuídos quatro questionários aos alunos do terceiro e quarto anos do Mestrado Integrado em Medicina da FMUC antes e depois de frequentarem as unidades curriculares.
Resultados: Foi observada uma diminuição estatisticamente significativa dos valores de estigma (p = 0,025) entre as duas medições (38,16 no primeiro momento, 37,72 no segundo). Foram ainda encontradas correlações inversas, quer entre o valor do estigma inicial e a empatia (rP = -0,477), como em relação ao tipo de personalidade, com maiores níveis de abertura à experiência originando níveis mais baixos de estigma (rP = -0,357).
Discussão: Em geral, as atitudes dos estudantes de Medicina relativamente aos doentes psiquiátricos foram positivas, com uma diminuição significativa do valor do estigma do primeiro para o segundo semestre. Estes resultados corroboram a hipótese de que a educação e o contacto com pessoas com uma patologia mental poderão modificar positivamente as atitudes e discriminação contra as mesmas.
Conclusão: Este estudo salienta a importância da implementação de programas nas Faculdades de Medicina com o intuito de reduzir o estigma entre futuros Médicos.

Aceda aqui ao artigo completo (apenas em inglês).