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II Série Volume 34 Número 4
Abril 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

20- Ectopia pancreática.

 
   

International Consensus on Antinuclear Antibody em Portugal



Introdução: A pesquisa de autoanticorpos em células HEp-2 através de imunofluorescência indireta é o teste padrão atualmente aceite como a ferramenta central para o diagnóstico das doenças autoimunes sistémicas. O International Consensus on Antinuclear Antibody (ANA) Patterns tem como objetivo principal alcançar um consenso na nomenclatura e na descrição dos diferentes padrões morfológicos de anticorpos antinucleares. Este trabalho tem como objetivo ampliar o projeto do International Consensus on ANA Patterns de forma a estabelecer um consenso em Portugal para a sua nomenclatura, procurando contribuir para a harmonização no diagnóstico autoimune e promover a qualidade diagnóstica nas doenças reumáticas sistémicas autoimunes.
Material e Métodos: Os laboratórios participantes identificaram cada designação de padrão citoplasmático e nuclear do International Consensus on ANA Patterns (incluindo o código padrão anti-célula), e fizeram corresponder a cada uma a respetiva nomenclatura portuguesa em uso. Os resultados foram agregados e serviram de base ao trabalho de harmonização da nomenclatura. Seguiram-se reuniões de consenso, num processo iterativo até à redação de uma proposta final consensualizada.
Resultados: A concordância prévia entre laboratórios era superior a 75% para 23 do total de 29 padrões anti-célula. O grau em que cada laboratório está alinhado com a referência internacional do International Consensus on ANA Patterns varia entre 22,1% e 100%. Foi possível elaborar uma versão consensualizada da nomenclatura do International Consensus on ANA Patterns para Portugal.
Discussão: Existia uma boa base de consenso para a nomenclatura do International Consensus on ANA Patterns, mas com diferenças importantes em algumas das traduções da terminologia. O estudo realça a necessidade de colaboração entre laboratórios para uma descrição inequívoca dos resultados laboratoriais.
Conclusão: Este trabalho mostra o potencial positivo da colaboração entre laboratórios para gerar consensos que contribuam para a melhoria do diagnóstico e acompanhamento dos doentes.

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