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II Série Volume 34 Número 4
Abril 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

20- Ectopia pancreática.

 
   

O Papel da Ocitocina na Profilaxia da Hemorragia Pós-Parto em Locais com Recursos Limitados



Introdução: A hemorragia pós-parto mantém-se como uma das principais causas de morte materna a nível global. A ocitocina é o uterotónico de eleição na profilaxia desta complicação. Contudo, a sua utilização em locais com recursos limitados associa-se a constrangimentos de foro clínico, político, económico e cultural. O objetivo deste artigo é rever o uso da ocitocina na profilaxia da hemorragia pós-parto em locais com recursos limitados.
Material e Métodos: Foi efetuada uma revisão da literatura sobre o tema, selecionando-se 24 artigos.
Resultados: A informação foi organizada em sete secções: a avaliação da eficácia da ocitocina relativamente a outros uterotónicos, a utilização da ocitocina em partos domiciliários, a capacitação dos profissionais de saúde, a qualidade da ocitocina disponibilizada nestes locais, as novas formulações, os riscos inerentes à utilização de uterotónicos e as políticas de saúde adotadas.
Discussão: Apesar dos progressos alcançados, verificámos que o acesso à profilaxia da hemorragia pós-parto com ocitocina em locais com recursos limitados está aquém do desejável. As principais dificuldades encontradas foram o défice de profissionais de saúde qualificados na administração da ocitocina, as deficiências na qualidade do fármaco e a desadequação das normas de orientação clínica existentes.
Conclusão: Para reduzir a mortalidade materna por hemorragia pós-parto em locais de recursos limitados é imprescindível melhorar a capacitação dos profissionais, implementar boas práticas no uso de uterotónicos, otimizar a gestão de recursos e transpor as barreiras culturais impeditivas da procura dos serviços de saúde.

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