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II Série Volume 33 Número 12
Dezembro 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Espondilodiscite: que etiologia?

20- Carcinoma inflamatório da mama.

 
   

SYSVENT: Prova de Conceito de um Protótipo para Ventilar Doentes em Cuidados Intensivos



Introdução: A pandemia pelo novo coronavírus provocou rotura em hospitais de vários países por falta de recursos para ventilação
invasiva. Assim, a Ordem dos Médicos convidou intensivistas que, em colaboração com a SYSADVANCE S.A., desenvolveram o SYSVENT OM1, um ventilador capaz de operar em modos controlados e assistidos (volume e pressão) e apto para tratar doentes em cuidados intensivos. Neste estudo fazemos a prova de conceito, comparando volume-corrente, pressão inspiratória e pressão positiva tele-expiratória programados, com os valores medidos pelo ventilador e por um equipamento de medição externo.
Material e Métodos: Montámos o ventilador em série com um pulmão artificial e um analisador de fluxos. Medimos o volume-corrente
expiratório e a pressão inspiratória, em três níveis de compliance e seis patamares de volume-corrente. A pressão positiva tele-expiratória foi medida com incrementos de 2 cmH2O ao longo de oito patamares. Para cada medição realizámos três leituras.
Resultados: Considerando cada uma das três variáveis isoladamente, a média da diferença máxima entre os valores programados e
os valores medidos situa-se, para todas elas, dentro do que considerámos ser aceitável para um modelo protótipo (volume-corrente = -28,1 mL, pressão inspiratória = 0,8 cmH2O e pressão positiva tele-expiratória = -1,1 cmH2O). Essa diferença é maior quando avaliada com o equipamento de medição externa comparativamente com o ventilador.
Discussão: Os resultados mostraram uma boa capacidade de monitorização e de precisão. Documentaram-se limitações técnicas relacionadas com o pulmão artificial e com o analisador de fluxos que não desvirtuam os resultados, mas limitam a sua amplitude.
Conclusão: Para os parâmetros testados, o ventilador apresenta boa performance de funcionamento, está de acordo com as premissas
iniciais e tem potencial para uso clínico.

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