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II Série Volume 33 Número 9
Setembro 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

19- Pancreatite aguda. Actualização e proposta de protocolo de abordagem.

20- Demência frontotemporal: que entidade?

 
   

Migração dos Jovens Médicos: O Caso dos Internos de Psiquiatria em Portugal



Introdução: Nas últimas décadas, a migração médica internacional tem aumentado continuamente. Na Psiquiatria, existe uma grande disparidade de recursos humanos entre países desenvolvidos e com baixo desenvolvimento económico. No entanto, pouco se sabe sobre os fatores que atraem (push) ou afastam (pull) a mobilidade e quais as intenções migratórias dos internos de psiquiatria. O objetivo deste estudo é avaliar os fatores que influenciam o processo de tomada de decisão dos internos de Psiquiatria em Portugal relativamente à migração.
Material e Métodos: Um questionário foi desenvolvido no âmbito do estudo Brain Drain, e foi enviado aos internos de Psiquiatria em Portugal.
Resultados: A amostra é constituída por 104 internos de Psiquiatria (60,6% do sexo feminino). No geral, 40,4% dos internos tiveram uma experiência de mobilidade e a maioria (96,9%) sentiu que esta os influenciou positivamente na sua atitude em relação à migração. Cerca de 75% dos internos já considerou emigrar, mas a maioria (70,0%) não deu nenhum passo nessa direção. A principal razão para permanecer no país prende-se com factores pessoais, enquanto o principal motivo para emigrar é financeiro. A maioria (55,7%) dos internos estava insatisfeito ou muito insatisfeito com o seu salário, condições de trabalho e oportunidades académicas.
Discussão: Condições de trabalho, salários e oportunidades académicas são os principais estímulos para a emigração nos internos de Psiquiatria em Portugal.
Conclusão: Estes resultados poderão apoiar a tomada de decisão dos decisores em saúde e educação médica sobre os investimentos necessários e a sua influência na força laboral futura.

Leia o artigo completo aqui (apenas em Inglês).