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II Série Volume 33 Número 2
Fevereiro 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Erisipela.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

19- Abordagem do síndrome vertiginoso.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Raiva Humana: Optimização da Prevenção e Caminhos Para a Cura



Introdução: A raiva é uma das doenças infecciosas mais antigas e fatais conhecidas pelo ser humano e é maioritariamente transmitida por mordeduras de animais. O cão é o principal vector. A raiva não possui uma terapia curativa aprovada e a sua prevenção ainda que possua altas taxas de eficácia, é complexa, dispendiosa e nem sempre conseguida, muito devido às dificuldades de acesso da imunoglobulina. Esta revisão pretende analisar uma abordagem prática de uma prevenção custo-efectiva e as perspectivas futuras em desenvolvimento de uma cura eficaz e segura.
Material e Métodos: Foi utilizada a base de dados da PubMed para pesquisa bibliográfica. Usaram-se os termos MeSH: ‘rabies’, ‘preexposure prophylaxis’, ‘postexposure prophylaxis’, ‘rabies immune globulin’, ‘treatment’ e ‘Milwaukee Protocol’.
Resultados: Relativamente à raiva, é importante executar os protocolos de prevenção atempadamente, devido à imprevisível janela de tempo entre a infecção e a sintomatologia. A literatura mostra que é possível reduzir a dose de vacina mantendo uma eficiente imunização, e que doses de reforço só são necessárias em grupos/populações de risco.
Discussão: A actual filosofia de uma prevenção custo-efectiva, que assenta na vacinação canina, restrição de sobredose das vacinas usadas em seres humanos e o uso inteligente da imunoglobulina rábica – irá permitir maior acessibilidade da prevenção da doença aos países que mais carecem dela. Encontram-se em progresso terapias promissoras, ainda em estadios precoces de estudo.
Conclusão: O desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas e profilácticas mais eficazes é um objectivo ainda não alcançado e depende de uma melhor compreensão da patogénese subjacente à doença.

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